Etiologia
- Desconhecida precisamente.
- Possível infecção por um vírus no osteoblasto que seria a residência primária do vírus.
- Produção de interleucina-6 pelo osteoblasto infectado
- Interleucina-6 estimularia a reabsorção óssea e ativaria proto-oncogenes, que interfeririam no desenvolvimento ósseo normal.
Fatores genéticos
Doença representa um estado de aumento de atividade óssea metabólica, com absorção e formação óssea excessiva e anormal.
Clínica
Assintomática em 90% dos casos.
Principais manifestações clínicas
- dor óssea
- fraturas
- deformidades esqueléticas
- artrite secundária Leia mais…
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Definição
Fratura parcial ou completa resultante da aplicação repetida de estresse ao osso, cada qual menos intensa do que o estresse necessário para fraturar o osso.
Epidemiologia
Comum em atletas, recrutas militares e dançarinos. Aproximadamente 50% de todas lesões esportivas são decorrentes do “overuse”. Em corredores, cerca de 20% das lesões por “overuse”. Em corredores, cerca de 20% das lesões por “overuse” envolvem a perna em sua porção distal, 15% o tornozelo e 15% o pé.
Apresentação clínica
- Instalação insidiosa de dor relacionada ao exercício, com piora progressiva.
- Principal achado ao exame físico é a dor óssea localizada.
Fisiopatologia
- Resultam da microtraumas repetidos, que resultam em uma área focal de “turnover” ósseo aumentado.
- Ocorrem cavidades de reabsorção óssea antes de haver uma resposta osteoblástica.
- O processo de rarefação é mais rápido do que o processo osteoblástico, podendo ocorrer fratura completa.
Exames de imagem
Radiografia
- Inicialmente negativa em aproximadamente 2/3 dos pacientes sintomáticos e somente metade irá desenvolver achados radiográficos positivos.
- Achado mais comum no estágio inicial é uma região focal de formação óssea periosteal.
Ressonância Magnética
Possível graduar em estágios a gravidade:
- Grau 1: edema periosteal nas imagens com supressão de gordura
- Grau 2: aumento anormal da intensidade de sinal nas imagens em T2 com supressão de gordura
- Grau 3: diminuição de sinal nas imagens em T1
- Grau 4: presença de linha de fratura
Cintilografia óssea
- Fase de fluxo com hiperperfusão
- Fase de equilíbrio com hiperemia
- Fase tardia com área focal fusiforme com captação aumentada
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Definição
Estadiamento é uma forma resumida de descrever uma doença, agrupando os casos com características semelhantes, em categorias, e com base na extensão da doença.
TNM
É a classificação clínica pré-tratamento. O estadiamento clínico tem por base as evidências antes de iniciar qualquer tratamento anti-neoplásico. O estadiamento clínico utiliza-se de dados que vem do exame físico, diagnóstico por imagem, endoscopia, anatomia patológica (biópsia) ou de cirurgias exploratórias, dentre outros exames relevantes.
Classficação dos tumores malignos
Estadiamento do tumor é o resultado da avaliação clínica e histopatológica do tumor:
- quanto a extensão do tumor (tamanho do tumor)
- quanto a extensão regional da doença (invasão de cadeias linfáticas ou regiões circunvizinhas ao tumor)
- quanto a disseminação da doença à distância (metástases)
Regras gerais do sistema TNM
O sistema TNM para descrever a extensão anatômica da doença tem por base a avaliação de três componentes:
- T = extensão do tumor primário
- N = ausência ou presença de linfonodos regionais
- M = ausência ou presença de metástase à distância
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